15 de ago de 2009

Medo

Quando uma pessoa constantemente te critica, você para, você olha e analisa. E em sua curta análise percebe que está diante de um – ou uma – fracasso total. Se você for esperto, vai entender que as críticas são marretadas na sua ponte. Alguns acreditam que sobem quando o outro desce. Não é por maldade, é por incompetência. Apenas aguente firme e siga sua intuição. Sabe quais as únicas coisas que você pode levar para o seu caixão e que – talvez – ficarão para a eternidade? Suas convicções.

Não falo de amor aqui. Porque não posso em respeito aos outros. Mas de uma coisa eu tenho saudade, de dormir com a boca encostada na jugular de alguém. Alguém que precisa dormir antes que se pegue no sono. Acho que uma meiota de quinze minutos. Longos, que refletem o tum tum tum da jugular para a eternidade, toda vez que se acionar a memória.

Há muito tempo eu não sentia medo. Mas estou apavorada com a possibilidade de perder o que conquistei até agora. Espero sinceramente que amanhã eu não me sinta assim. Se eu tombar, quem me levanta?

3 comentários:

PH Rodrigues disse...

"o pulso ainda pulsa"

comprei "Bestiário", do JC. tem um caba que vomita coelhitos.

Seiji disse...

Vi um blog que linkou o blog que linkou você faz um tempo. Desde então sou teu seguidor. E te acho bacana pacas

Camilla Lopes disse...

Obrigada.